segunda-feira, 14 de outubro de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Informação importante sobre o Acordo Ortográfico

Enquanto autor, sou totalmente contrário ao assim denominado "Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa", pelo que, continuo e continuarei a escrever segundo a chamada "Norma Antiga".

Delmar Maia Gonçalves

terça-feira, 26 de março de 2013

«Viola Delta volume XLIX – poemas sobre África e outros textos»


 

Para festejar os 35 anos dos Cadernos de Poesia Viola Delta, iniciados em 1977, surge este novo trabalho poético. Trata-se de um livro colectivo com poemas de quinze autores: Al Aarão, Alberto Martins Rodrigues, António Cardoso, António Salvado, Armando Taborda, Carlos Domingos, David Mestre, Delmar Maia Gonçalves, Fernando Grade, Fernando Pinto Ribeiro, Júlio-António Salgueiro, Luís Filipe João, Luísa de Andrade Leite, Manuel Ramilo Salgueiro e Maria Almira Medina.
Não se trata apenas de juntar poemas de 15 poetas em livro. Há sempre algo mais – História e Memória, ambas vivas. Todos os autores trazem uma nota de apresentação; por exemplo na ficha de Alberto Martins Rodrigues (1950-1986) escreve Fernando Grade: Do «I Encontro dos Escritores Portugueses», realizado em 1975, um dos grupos de trabalho emergentes foi a Comissão para Publicação de Autores em Editor: Afonso Cautela, Fernando Grade, Hermano Neves, João de Melo, José Correia Tavares, Júlio Conrado e Serafim Ferreira. Desta pró-literária (ou a-literária) salada russa salpicada de molho tártaro e beirense, acabou por não sair qualquer coelho da cartola real ou fictícia. Até porque o «25 de Abril» foi estrangulado pelos vendilhões do Tempo… Era alentejano de mais para ser sorvido pelos janotas analfas do Chiado. Os perfumadinhos encharcados em dólares (marados ou não). Os capados da alma.»
David Mestre (1948-1998) foi viver para Luanda com 3 anos, jornalista e poeta, desertou do exército português em Angola e foi preso em 1971 para ser libertado em 1974. Começou a publicar em 1973 e além de livros de poesia publicou crónicas e ensaios.
Júlio-António Salgueiro (1943-1975) foi um dos fundadores do Movimento Desintegracionista em 1965 e em Luanda escreveu o poema «Movimento da Terra»: «Depois da morte como depois da tua vida / Não procures o significado oculto da rosa apodrecida / Aonde queres chegar tens que partir só na tarde negra / Que zumbe na temperatura do grande verão / No centro da esfera de luz que se move em movimento / E não te prendas com o que não é há muito esperado / Não olhes a paisagem porque não é paisagem única / A ninguém interessa se estás contente e a águia desce / A prumo e cada átomo do teu corpo refaz o mundo / Na sua totalidade escuta há grandes intervalos / Que devem ser preenchidos entre a vida e a morte».
(Edições Mic, Ilustrações: J. Leitão Baptista, Júlio Gil. Nadir Afonso)

José do Carmo Francisco 
in Gazeta das Caldas

sábado, 26 de janeiro de 2013

"MESTIÇO DE CORPO INTEIRO" por DELMAR DOMINGOS DE CARVALHO


Quando li este livro de autoria do meu querido amigo Delmar Francisco Maia Barrigas Gonçalves, senti a dor da incompreensão e a alegria do amor que brota dum nobre coração universalista. Esta obra ficou a meu lado, na minha secretária, uma das raras que têm essa posição.


De vez em quando leio-a, reflito, torno a ler, procuro entrar no chamado “inconsciente coletivo”, coloco-me no lugar do meu irmão Francisco, mergulhando no seu mar profundo.

A ambos, nossos queridos pais escolheram o nome de Delmar, mas ele é Francisco, o Cristo da Idade-Média, agora do século XXI, sente as dores e as alegrias da Humanidade, como um verdadeiro discípulo do Salvador. Por isso ele é mestiço produto de cruzamentos acima das raças, do amor universal, onde elas não existem e onde florescem lindas flores de todas as cores.

Podem atirar-lhe pedras que ele reenviará flores carregadas do amor fraterno, puro, que tudo perdoa, que une e eleva. Ele é um Gandhi que tanto amou e muito sofreu; ele é um Martin Luther King II, que deu a vida pela Fraternidade Universal, e, ao mesmo tempo, ele é um simples e humilde cidadão que tem raízes em Moçambique, como em Trás-os-Montes, Portugal, como em muitos outros locais, ele é timorense, ele é São-tomense, ele é cabo-verdiano, ele é brasileiro, qual Padre António Vieira, apóstolo dos índios, ele é angolano, guineense, como é inglês, francês, americano, eslavo, indiano. Embora nascido em Quelimane, Zambézia, Moçambique, filho de um pai branco e de uma mãe negra,
Delmar Gonçalves é um cidadão universal.

E porque é mestiço sente de um modo especial o amor a toda a criação, livre de dogmas, de caducas convenções sociais, de preconceitos cristalizadores, ele é um verdadeiro amigo de todos sejam quais forem as suas cores, os seus credos, os seus países.

Nele está tudo misturado, tal como na Unidade da Vida.

Por isso, quando tive a alegria e a honra de conhecê-lo, logo senti que estava perante um irmão cujo coração está cheio de amor e de compaixão.

Dizem que eu sou branco, mas não me sinto como tal, em mim também estão todos os povos e todas as cores; sucede o mesmo no meu querido amigo, ele é “ mestiço de corpo inteiro”, mas ele é Universal, e nunca o vi como mestiço, mas como um irmão do arco-íris.


28 de janeiro de 2013
Delmar Domingos de Carvalho


   
   

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

DELMAR MAIA GONÇALVES por LUÍS FERREIRA


DELMAR  MAIA GONÇALVES
Africano à descoberta e conquista   colectiva de novos territórios poéticos,DELMAR MAIA GONÇALVES vai buscar força e  coragem para mergulhar afoitamente nas bravias tempestades dos dias que vivemos.
Assim prepara a colheita com a semente poética para o futuro,na busca permanente de fraterna solidariedade.
Homem-Poeta que nasce sob o signo do  vulcão,que sente o calor abrasador,a incandescência da lava que tudo derrete e transforma até solidificar e cristalizar a sua linguagem criativa.
Que os deuses a existirem não sobrecarreguem de obstáculos a já difícil tarefa dos Poetas em construir Poesia.

LUÍS FERREIRA
(ARTISTA PLÁSTICO e POETA PORTUGUÊS)

Lisboa,2006.

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

DELMAR MAIA GONÇALVES por ANA CASANOVA


 Delmar Maia Gonçalves por Ana Casanova
Dizer em breves palavras quem é Delmar Maia Gonçalves não se assume tarefa fácil.
Encontro neste Homem/Poeta Moçambicano, uma riqueza e força, que como amiga e poeta Angolana, com o mesmo amor comum a África e à Pátria, os mesmos ideais  e motivações,  me deixa levar pela emoção.
Delmar Maia Gonçalves é uma voz que se ergue na Diáspora, fazendo da Poesia o seu instrumento para defender tudo aquilo em que acredita.
Defensor da Liberdade e da Justiça, da Paz Mundial e da Lusofonia, de  Causas pelos Direitos Humanos que abraça com profunda convicção.
Um homem do Mundo que na Europa, luta pelo reconhecimento da sua Nação, Moçambique, e pelas conquistas do seu Povo.
Um Homem em permanente "viagem" mas com o objectivo de voltar à Terra-Mãe.
Arma só a sua Voz! Assumindo sempre o facto de ser "Um Mestiço de Corpo Inteiro", Faz-se ouvir e estou convicta  do papel determinante que tem nesta sociedade, atingindo os objectivos a que se propõe com o seu carácter determinado.
Moçambique é sem dúvida mais rico com Homens/Poetas como Delmar Maia Gonçalves!
Termino usando as suas palavras de Afirmação e Promessa: "Eu sou tu/Tu és eu/Não te esqueças/Moçambique/Voltarei!

Ana Casanova
Poeta Luso/Angolana

Revisitar a história de Timor-Leste


sábado, 18 de agosto de 2012

"DELMAR MAIA GONÇALVES n´A Curva do Rio-exemplos de literatura em diáspora"por FLÁVIA BA


Flávia Ba
Centro de Estudos Comparatistas – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Delmar Gonçalves n’A Curva do Rio – exemplos de literatura em diáspora




                                         
No momento actual o conceito de hibridez é amiúde celebrado sob a forma de festivais culturais ou eventos ligados às mais diversas manifestações artísticas. No entanto, urge repensar a condição também amiúde angustiante do entre-lugar, sobretudo dos indivíduos para os quais o cosmopolitismo, contrariamente ao que terá afirmado Ulf Hannerz no ensaio «Cosmopolitans and Locals in a World Culture» (1991), não constitui fruto de uma escolha pessoal mas antes objecto de circunstâncias pessoais e históricas muito específicas. Este é o ponto onde Delmar se encontra n’A Curva do Rio de V.S.Naipaul.

Como afirmou George Lamming (2000: 20) em Regreso al hogar, Conversaciones II:
la soberanía de una literatura  depende de la posesión del texto por toda la sociedad a través del más variado territorio de mediación. El texto tiene que hacerse familiar y cosa habitual de la conversatión cotidiana. Los libros solo siguen vivos cuando son comentados en una variedad de situaciones por personas que roconocen que el libro habla de ellos e pudo haber originado en ellos.

Depreende-se das palavras de Lamming que o escritor desempenha a função de mediador, possuindo a capacidade de transferir a sua vivência para as pessoas que com ele partilham um mundo diverso e divergente. É esta experiência de mediação que V.S.Naipaul e Delmar Gonçalves partilham com os seus leitores. Uma mediação orientada pela também comum vivência diaspórica e consequente experiência do entre-lugar.
Há uma ideia feita, mas em tudo errada, de que ser-se exilado é sinónimo de afastamento, isolamento, de separação desesperada do local de origem. Bom seria se essa separação delineada com uma precisão cirúrgica fosse verdadeira, porque então ao menos ter-se-ia o consolo de saber que o que ficou para trás é, de certa forma, impensável e completamente irrecuperável (Said, 1993: 52)

As palavras de Said ilustram outro ponto de contacto entre as narrativas pessoais de Naipaul A Curva do Rio (1979) e de Gonçalves Mestiço de Corpo Inteiro (2006). Ainda que pertencendo a diferentes enquadramentos formais literários, as narrativas destes autores desmentem a suposta  “precisão cirúrgica” de separação do lugar de origem, negação contida na vivência pessoal que transparece nas respectivas narrativas. Em 2001, o Nobel da Literatura V.S. Naipaul afirma o seguinte: “I will say I am the sum of my books. Each book intuitively sensed and, in the case of fiction, intuitively worked out, stands on what has gone before, and grows out of it”. A experiência de expatriação vivida por Salim em A Curva do Rio coincide com a vivência ambicronotópica de Naipaul que, nascido em Trinidad, aos dezoito anos se desloca para o Reino Unido e, à medida que os anos passam, se torna num viajante e revisitante do seu ponto de origem – as Caraíbas. É precisamente desta revisitação identitária que resulta, nas palavras do próprio Naipaul, o seu universo literário. Analogamente, Delmar Gonçalves nasce em Quelimane e desloca-se para Portugal onde partilha a dupla consciência espelhada em Mestiço de Corpo Inteiro: “O meu Eu/são vários Eus/por isso/não falo por mim” («O meu Eu», 2006:41);
Sou mestiço/De corpo inteiro./Sou mestiço/não porque/ser mestiço/é melhor que ser negro/ou porque é melhor que ser branco./Sou mestiço/porque sou mesmo mestiço,/porque resulto do negro e do branco/porque não posso jamais renegar/um pouco que seja dos meus glóbulos/sanguíneos negróides e caucasóides («Dança Ancestral da Alma», 1998: 29)

Ainda que substancialmente distintas no tratamento da questão do entre-lugar – do que poderá denominar-se de ambicronotopia[1]A Curva do Rio e Mestiço de Corpo Inteiro contactam analogamente (1) na visão cosmopolita proporcionada pela experiência de expatriação dos respectivos autores civis; (2) na centralidade do espaço geográfico que  condiciona fortemente o questionamento identitário; (3) no papel charneira que Salim e o sujeito de Mestiço de Corpo Inteiro desempenham enquanto mediadores entre Europa e África. Neste terceiro ponto de contacto, enquanto em A Curva do Rio a representação cronotópica da Europa e de África é feita a partir de um permanente fluxo de contaminação histórica que imbrica espaços e tempos de forma angustiantemente nihilista, em Mestiço de Corpo Inteiro a “curva do rio” – encruzilhada por excelência – desemboca na assertividade identitária: “Tenho coração e alma/Negra/E a África/Dança em mim” (1998:21). Por outras palavras: Naipaul apresenta-nos em A Curva do Rio uma personagem que vive literal e identitariamente na curva do rio, enquanto Delmar nos apresenta o dilema da curva mestiça. O sujeito de Delmar encontra no caudal do rio um caminho que reafirma positiva e humanisticamente a sua condição; Salim permanece nessa encruzilhada e prossegue viagem; o sujeito de Delmar, ainda que na inevitável natureza  híbrida “Je suis un noir pour les blancs/Et blanc pour les noirs/Mais je suis métis” («L’énigme», 1997), apresenta uma visão construtiva e optimista de um Moçambique que  reclama como seu (cf. «Exercício sobre a Moçambicanidade», 2006; «Moçambique eternamente berço», 2001); já Salim descrê de forma assertivamente céptica numa sociedade, num país pós-colonial figurado no Zaire de Mobutu Sese Seko:
Alguns jornais falavam de fim do feudalismo, do alvorecer de uma nova era. Mas o que sucedera não tinha nada de novo. Determinadas pessoas haviam perdido o poder e tinham sido fisicamente destruídas. Isso em África não era novo; aliás era a mais velha das leis (A Curva do Rio, 45)

A condição de deslocação evocada em A Curva do Rio e em Mestiço de Corpo Inteiro  imprime a ambas as narrativas o que Edward Said, falando sobre o exílio e a expatriação,  caracteriza como fonte “não de aculturação e adaptação, mas antes de volatilidade e de instabilidade” (Said, 1993: 53). No caso da narrativa de Naipaul, Salim em África deseja a Europa e na oportunidade em que se desloca a Londres, rapidamente se ancora em pontos de remissão para a África que conhece. É nessa situação volátil e instável que Salim, no final da narrativa, dobra a curva do rio em nova viagem. Já o sujeito de Delmar, também instável (mas não volátil) na dupla consciência mestiça, anseia pelo regresso na curva do rio europeu onde se encontra: “Tu uma pérola no Índico/E eu/um viandante/Encalhado no Atlântico/(…)Como sempre:/Eu sou tu, tu és eu/Não te esqueças/Moçambique/Voltarei!” («Voltarei», 1995:54).  Embora as condições de exílio e de diáspora apresentem especificidades que as distinguem implicam, como traço comum,  uma fonte de instabilidade e volatilidade caracterizada por laços de lealdade para com os pontos de origem dos indivíduos e que poderão acicatar, da parte dos sujeitos em condição diaspórica, a assertividade de pertença identitária à motherland, o que parece ser o caso do sujeito de Delmar. Já o Salim de Naipaul, o sujeito diaspórico em trânsito na curva do rio, perde-se no fluxo do rio, sobretudo quando o expropriam dos seus bens em nome da nacionalização em curso – está claramente em lado nenhum o que imprime o carácter céptico à narrativa de Naipaul. Ao contrário do sujeito do poema «Voltarei» (1995), Salim poderá ser considerado uma projecção do “homeless cosmopolitan” em que Naipaul, segundo o seu biógrafo Bruce King, se tornou.
Na medida do que tem vindo a ser referido ao longo desta apresentação, A Curva do Rio e Mestiço de Corpo Inteiro constituem exemplos de literatura em diáspora. Tal como o próprio conceito de diáspora é viajante por  exigir um enquadramento histórico e social que especifique as diferentes situações em que o movimento diaspórico ocorre, da mesma forma as narrativas que ora se comparam são narrativas viajantes feitas por viajantes. Em A Curva do Rio, a viagem é melancólica perspectivando, nas palavras de Erica Jonhson em «'Provincializing Europe': The Postcolonial Urban Uncanny in V.S.Naipaul’s A Bend in the River» (2010), uma África onde a fraqueza, a vulnerabilidade, a ignorância e a arrogância são a dominante, fruto das impressões de viagem que Naipaul, em 1975, efectuou entre o Rio Congo e Kinshasa. Em Mestiço de Corpo Inteiro e no conto O Regresso Adiado de Malfez Razão Massamo (1996), os respectivos sujeito e protagonista assumem-se como viandantes na sua condição híbrida e viajantes em processo de retorno às suas origens. Por este motivo, e tal como afirmado pelo escritor Jorge Viegas no posfácio a Mestiço de Corpo Inteiro, “as pontes para ligarem as pessoas que, à partida habitam mundos diferentes, são sempre de carácter transitório” (Mestiço de Corpo Inteiro, 2006: 83). Assim, estas pontes de carácter transitório que também caracterizam os elos que se estabelecem entre as comunidades diaspóricas e os destinos de acolhimento tornam um Mestiço de Corpo Inteiro num indivíduo inalienavelmente dispórico nas suas origens. Ou, n’A Curva do Rio. É nessa esquina fluvial que Naipaul e Delmar poderão ser encontrados.

Gonçalves, Delmar (2006), Mestiço de Corpo Inteiro, Lisboa: Minerva
Naipaul, V.S. (1990), A Curva do Rio, Lisboa: D.Quixote
Naipaul, V.S. (2002), “Two Worlds”, in PMLA, 3, 479-486
Johnson, Erica (2010) “'Provincializing Europe': The Postcolonial Urban Uncanny in V.S.Naipaul’s A Bend in the River» in JNT: Journal of Narrative Theory, 40.2, 209-230
Lamming, George (2000), Regreso al hogar, Conversaciones II, St. Martin: House of Nehesi Publishers.
Said, Edward W. (1993), «Exílio Intelectual: Expatriados e Marginais» in Representações do Intelectual, As palestras de Reith de 1993, Lisboa, Edições Colibri.



[1] A narrativa de Naipaul problematiza a experiência de expatriação e o confronto entre dois mundos que Salim simultaneamente deseja e repudia enquanto que em Mestiço de Corpo Inteiro o sujeito é apresentado como a problemática da  hibridez física – a mestiçagem – enquanto condição identitária inalienável

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

"E Eu sou Eu" - Poemas B3B

Poemas inspirados no poema do escritor Delmar Maia Gonçalves "E eu sou eu" - tributo dos Formandos EFA B3B, pela sua presença na nossa Apresentação Pública, de dia 27 de Junho 2011.

domingo, 14 de agosto de 2011

DMG(2)

Temas e Motivos Poéticos : Identidade;Busca de Identidade;Mestiçagem;Racismo;Colonialismo;Deus;Morte;Paz;Moçambique;Verdade;Mentira;Amor;Melancolia;Afectos;Denúncia;Erotismo;Mulher;Surrealismo;

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Delmar Maia Gonçalves

Delmar Maia Gonçalves viveu alguns meses em São Pedro do Estoril,quando chegou de Moçambique,proveniente de Quelimane,devido à chamada Guerra Civil desencadeada pela Renamo, com factores externos,depois de breve passagem por Maputo, com a mãe e os seus irmãos.Seu pai ficou ainda em Moçambique, em Quelimane na província da Zambézia,onde era proprietário de Serrações( em Nicoadala) e uma Loja de Ferragens(na sua Cidade capital ,Casa dos Parafusos).Mais tarde,mudaram-se para a Madorna,na Parede(onde ainda hoje moram a sua mãe,o seu pai,um irmão,uma irmã e uma sobrinha).Foi casado com a Artista Plástica portuguesa,natural de Oeiras/São Julião da Barra, Filipa da Silveira Cunha Modesto desde 14 de Agosto de 1998 .De quem se separou oficialmente em 2007,tendo obtido o Divórcio em 2009.
Dessa relação,nasceu em Cascais a sua filha Luna Delmar da Silveira Maia Gonçalves, em 27 de Outubro de 1998,de que obteve a custódia.
Vive desde então maritalmente na Madorna,Parede, com a Poetisa portuguesa ,natural de Viana do Castelo,Vera Novo Fornelos.Dessa relação, nasceu em Algés, o seu filho Dinis Delmar Fornelos Gonçalves, em 29 de Agosto de 2009 e Francisco Delmar Fornelos Gonçalves, em 6 de Dezembro de 2011.

DMG(1)

My Open Library:

Subjects:Peace,Nationalism, Religion,History,Love,Mozambique, FRELIMO,Poetry,Politics and Government,Travel,World Politics,Social Conditions,Elections,God,Portuguese Language,Women,Renamo,Family,Children,Sport and Diaries.


Places:Mozambique,Portugal,Lisbon,Parede,Quelimane,Maputo,Beira,England,London,Spain,Madrid,San Lorenzo de el Escorial,India,Bombay,New Delhi ,Chile,Malta,East Timor,Díli,Egypt,Cairo,USA,Washington,France,Paris,Japan,Tokyo,Israel and South Africa.


People:Delmar Maia Gonçalves.


Time:1962 to 2050.

sábado, 11 de junho de 2011

Delmar Maia Gonçalves

Delmar Maia Gonçalves nasceu em 5 de Julho de 1969 em Quelimane/Zambézia na República de Moçambique.Com formação no Instituto Superior de Educação e Ciências(I.S.E.C.),que funcionou na Rua Dona Estefânia e posteriormente nos Olivais, em História/Estudos Sociais/Língua Portuguesa e em Professores do Primeiro Ciclo do Ensino Básico.
Foi Bolseiro do Instituto Superior de Educação e Ciências(I.S.E.C.)/Opus Dei. Fez o Estágio Profissional no Colégio Planalto em Lisboa(uma nobre Instituição da Opus Dei) onde obteve a nota final de 14 valores e posteriormente realizou outro Estágio Profissional na Escola Básica Nº6 da Charneca do Lumiar em Lisboa onde obteve a nota de 16 valores.
Foi apresentado no Centro Cultural do Campo Grande(da Opus Dei),por recomendação do Doutor António Montiel um Pedagogo Espanhol.Fez formação Complementar no Instituto Piaget(Escola Superior de Educação Jean Piaget de Almada) em Animação Cultural de Escola,tendo realizado Estágio Profissional na Escola Básica do Dafundo/Algés.Em 1995 foi convidado a integrar o futuro Centro Experimental de Aprendizagem do Instituto Piaget ,que orientaria e acompanharia os Estágios Profissionais dos estudantes de Educação da Instituição.Projecto que acabaria por não se concretizar na altura,por falta de financiamentos.

domingo, 17 de abril de 2011

Bibliografia


BIBLIOGRAFIA
Obras Individuais
“Moçambique Novo, o Enigma”, Editorial Minerva, Lisboa, Junho de 2005.
“Moçambiquizando” ,Editorial Minerva, Lisboa, Março de 2006.
“Afrozambeziando Ninfas e Deusas”, Poemas, Edições MIC, Estoril, Junho de 2006.
“Mestiço de Corpo Inteiro”, Editorial Minerva, Lisboa, Novembro de 2006.
“Entre Dois Rios com Margens”, CEMD Edições, Cascais, Maio de 2013.

Obras Colectivas:
"Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro, Colectânea de Primeiros Prémios 1977-1990",E.S.F.C.,Oliveira de Azeméis,1991.
"Antologia de Letras, Nº1", Colibri-Artes Gráficas, Lisboa, Ano II,1994.
"Antologia de Letras,Nº2", Colibri-Artes Gráficas, Lisboa, Ano II,1994.
"Antologia de Letras,Nº1", Colibri-Artes Gráficas, Lisboa, Ano III,1995.
"Silêncio é o barulho baixinho, Cancioneiro Infanto-Juvenil para a Língua Portuguesa", 4º Concurso Poético, Volume X/XI, Editorial Piaget, Lisboa, 2000.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume VI, Editorial Minerva, Lisboa, Novembro de 2001.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume VIII, Editorial Minerva, Lisboa, Dezembro de 2002.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume IX, Editorial Minerva, Lisboa, Maio de 2003.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume X, Editorial Minerva, Lisboa, Dezembro de 2003.
"Viola Delta XXXIV", Edições MIC, Estoril, Fevereiro de 2003.
"Viola Delta XXXV", Edições MIC, Estoril, Setembro de 2003.
"Viola Delta XXXVI", Edições MIC, Estoril, Março de 2004.
"Verbum", Conto e Poesia, Editorial Minerva, Lisboa, Maio de 2004.
"Queridos Avós", Santa Casa da Misericórdia de Alvaiázere, Gráfica Abreu e Simões, Lda, Pussos, 2004.
"Viola Delta XXXVII", Edições MIC, Estoril, Junho de 2004.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XI, Editorial Minerva, Lisboa, Junho de 2004.
"Viola Delta XXXVIII", Edições MIC, Estoril, Setembro de 2004.
"Cadernos Moçambicanos Nº1", Sebenta Editora, Mem Martins,2004(Coordenador).
"Cadernos Moçambicanos Nº2", Sebenta Editora, Mem Martins,2004(Coordenador).
"Viola Delta XXXIX", Edições MIC, Estoril, Janeiro de 2005.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XII, Editorial Minerva, Lisboa, Fevereiro de 2005.
"Viola Delta XL", Edições MIC, Estoril, Junho de 2005.
"Viola Delta XLI", Edições MIC, Estoril, Dezembro de 2005.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XIII, Editorial Minerva, Lisboa, Dezembro de 2005.
"Viola Delta XLII", Edições MIC, Estoril, Março de 2006.
"Inquietação", Conto e Poesia, Editorial Minerva, Lisboa, Março de 2006.
"Viola Delta XLIII", Edições MIC, Estoril, Outubro de 2006.
"Cadernos Moçambicanos Nº3", Sebenta Editora, Mem Martins, 2006(Coordenador).
"IX Antologia do Círculo Nacional de Arte e Poesia", CNAP, Gráfica Guedelha, Lda, Portalegre, 2006.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XIV, Editorial Minerva, Lisboa, Outubro de 2006.
"Labirinto de Espelhos, Conto e Poesia", Editorial Minerva, Lisboa, Março de 2007.
"Viola Delta XLIV", Edições MIC, Estoril, Abril de 2007.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XV, Editorial Minerva, Lisboa, Outubro de 2007.
 "21 Festival da Poesia no Condado Ajustiçar a história gahnar dignidade Antologia Poética", A.S.C.D. Condado, GaLiza,  2007.
"Viola Delta XLV", Edições MIC, Estoril, Janeiro de 2008.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XVI, Editorial Minerva, Lisboa, Junho de 2008.
"Florilégio de Natal 2008", CSO-Artes Gráficas, Lisboa, Dezembro de 2008.
"Viola Delta XLVI", Edições MIC, Estoril, Fevereiro de 2009.
"X Antologia do Círculo Nacional de Arte e Poesia", CNAP, Gráfica Guedelha, Lda, Portalegre, 2009.
"Poetas de Sempre (Antologia)", Volume X, Editora Cidade Berço, Guimarães, Março de 2009.
"Florilégio de Natal", Tertúlia Rio de Prata e Convidados 2010,Edium Editores, São Mamede de Infesta, Dezembro de 2010.
"Libro de Poetas 2008 Livro dos Poetas", Aires de Córdoba Asociación Cultural, Francisco Arroyo Ceballos, Córdoba,Espanha, 2008.
"Antologia 7 Pecados", Blog Tok ,Barcelos ,Julho ,2010.
"Espontâneos de Natal", Colectânea Poética 2011.
"Florilégio de Natal", da Tertúlia Rio de Prata, Edium Editores, São Mamede de Infesta, Outubro de 2011.
"Poetar Contemporâneo", Colectivo de Poetas Contemporâneos Lusófonos, Volume I, Edições Vieira da Silva, Lisboa, Novembro de 2011.
"Poiesis"-Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume XX, Editorial Minerva, Lisboa, Outubro, 2011.
"IV Antologia de Poetas Lusófonos", Folheto Edições e Design, Lda, Leiria, Novembro, 2011.
"Poemas de Amor e Ódio", Grupo de Apoio à Poesia de Pernambuco, www.gappe.jex.com.br, Brasil, Dezembro de 2011.
"A Nossa Antologia", Associação Portuguesa de Poetas, Volume XVI, APP, Janeiro 2012.  
"Namorar é preciso", Colectânea Poética com Vários Autores , Organização:Maria Melo, 2012.
"Criança", Colectânea Vários Autores, 2012.
"Pai", Colectânea Vários Autores, 2012/03/19.
"Mãe", Colectânea Vários Autores, 2012.
"Sinais de Poesia Poezijos Signalai", Compilado por Nuno Guimarães ,Andrius Konickis , Naujoji Romuva, Vilnius, Lituânia, 2012.
"Tributo a José Craveirinha no ano em que se assinalam os 90 anos sobre o seu nascimento", Sob Epígrafe,Temas Originais, Lda ,2012.
"Entre o Sono e o Sonho", Volume III, Antologia de Poesia Contemporânea, Chiado Editora, Fevereiro, 2012.
"Viola Delta, Volume XLIX, Poemas sobre África e outros textos", Coordenação de Fernando Grade, Edições Mic, Novembro de 2012.    
"Florilégio de Natal, Pelos Escritores da Tertúlia Rio de Prata" , PPL - Printing Producer Unipessoal ,Lda ,Dezembro de 2012.
"Poética" - Antologia de Poesia e Prosa Poética Portuguesa Contemporânea, Volume I, 86 Autores ,Maio de 2012.
"Colectânea Ocultos Buracos, Histórias Horríveis ou Impossíveis", Vários Autores, Pastelaria Studios, Múltiplas Histórias Unipessoal,Lda,2012.
"Namorar é preciso", Colectânea Poética com Vários Autores, Organização: Maria Melo, 2013.
"Entre o Sono e o Sonho", Volume IV, Antologia de Poesia Contemporânea, Chiado Editora, Março, 2013.
"Colectânea Beijos de Bicos Histórias de Amor", Vários Autores, Pastelaria Studios, Múltiplas Histórias Unipessoal, Lda, 2013.
"V Antologia de Poetas Lusófonos", Folheto Edições e Design,Lda,Leiria,Março,2013.
"Poesia sem Gavetas", Parte I, Poesia Reunida, Aqui há Poetas, Vários Autores, Pastelaria Studios, Múltiplas Histórias  Unipessoal, Lda , 1ª edição, 2013.
"Antologia Poética Doce Inimiga", Editora Labirinto, Fafe, Maio, 2013.
"Antologia Universal Lusófona – Rio dos Bons Sinais", CEMD Edições, Cascais, Abril, 2013(Coordenador).
"Tributo ao Ary dos Santos, Sob Epígrafe", Temas Originais, Lda, 2013.
"Palavras de Cristal", Colectânea de Poesia Volume I, Modocromia Editora, Junho 2013.
"Mãe", Colectânea Poética com Vários Autores, Organização: Maria Melo, 2013. 
"Premiados 2013 12º Certamen Internacional de Poesia y Cuento Breve",Argentina,  Agosto de 2013.
"Antologia Luis Vaz de Camões e seus convidados", (Páginas 74 ,75 e na orelha), Mágico de Oz Editora, 2014.
"Antologia dos silêncios que cantamos",(Páginas 7,8,9,10 e 11),CEMD EDIÇÕES,Janeiro 2014(Coordenador).
"Antologia Encontro Lusófono Contos" , Poesias e Crónicas em Língua Portuguesa,(Páginas 19 e 20),Com referências nas páginas 5 e 6,Mágico de Oz Editora, 2014.
"Cintilações da Sombra 2" Antologia Poética, Coordenação de Victor Oliveira Mateus,na (Página 28),Núcleo de Artes e Letras de Fafe,Labirinto, 2014. 
De Corpo Inteiro 4º Festival Internacional de Poesia Grito de Mulher, (Página 6), CEMD EDIÇÕES,Março de 2014(Coordenador).
 "Entre o Sono e o Sonho"- Volume V,Antologia de Poesia Portuguesa Contemporânea ,Chiado Editora, Março 2014. 
"39 Poemas e Contos Contra o Racismo", ACIDI / ACM ,Março 2014 (LIVRO DIGITAL).
"A Essência do Amor" Obra Colectiva de Poesia, Volume I, Edições Vieira da Silva, 2014.
"Trovas ao Vento"Numa Roda de Amigos,de Afonso Rocha,NaReAIGaNa Editores,Brasil, Março - 2014.
"Antologia Poética Clepsydra", Coisas de Ler Editora,2014.
"Antologia Fernando Pessoa e seus convidados",Mágico de Oz Editora,2014.  
  
Agendas 
"Agenda Mangwana 2014", (Páginas 125 e 165),CEMD EDIÇÕES, Dezembro  2013(Coordenador).

Enciclopédias
"Enciclopédia de Artistas Contemporâneos Lusófonos",8 séculos da Língua Portuguesa, Literarte, Associação Internacional de Escritores e Artistas, Brasil, 2014. 

CD
"De mãos dadas Encontro de Culturas", Agitarte, 2002.
"Deixem passar a poesia...", Arte Gráfica L M Baptista, 2012.

Prefácios
"Poiesis "- Volume XIV, (Páginas 9 e 10), Editorial Minerva, Outubro de 2006.
"Pinturas Poéticas", de Ana Casanova, Prefácio nas (Páginas 5 e 6),Temas Originais, Lda, 1ª edição, 2012.
Revista Cultural "Milandos da Diáspora", Nota Editorial, (Página 7), CEMD EDIÇÕES, Junho 2013(Coordenador).
"Antologia dos Silêncios que cantamos", Breve Nota Introdutória,na(Página 5),CEMD EDIÇÕES,Janeiro 2014(Coordenador).
Revista Cultural "Licungo",Nota Editorial,na(Página 5), CEMD EDIÇÕES,Março de 2014(Coordenador).
"Antologia Luis Vaz de Camões e seus convidados",Prefácio nas (Páginas 9 e 10 ) ,Mágico de Oz Editora,2014. 
"Culto Oculto A via poética do ser ascendente" ,de Vera Novo Fornelos, (Prefácio nas páginas 6 e 7),Mágico de Oz Editora, 2014.
"A Lua de N´Weti" de Sónia Sultuane,Prefácio nas (Páginas 4 e 5), Editorial Novembro, 2014. 
"De Corpo Inteiro 4º Festival Internacional de Poesia Grito de Mulher", Nota Introdutória,na (Página 5), CEMD EDIÇÕES,Março de 2014(Coordenador).
"Poalha de MussaM´Biki", de Ribeiro Canotilho, (Contracapa), CEMD EDIÇÕES,2014.
"Da poesia?Ou como justificar um ponto de interrogação",de Jorge Viegas,Prefácio, CEMD EDIÇÕES, 2014.
"Antologia Fernando Pessoa e seus convidados",Apresentação,Mágico de Oz Editora,2014.
"A Vida Inspira-nos", de Márcio Batalha,Prefácio,Mágico de Oz Editora,2014.
"Dentro da Pedra que Voa na Metamorfose do Silêncio",de Japone Arijuane,Pósfacio,Fundac,Maputo, 2014.
"Xitshuketa",de Amélia Margarida Matavele , Pósfacio,CEMD EDIÇÕES, 2014.  
 Revistas Literárias:
Revista do VII Encontro Internacional de Poetas da Universidade de Coimbra, "As Línguas da Poesia The Tongues of Poetry", F.L.U.C., 2010.
Revista Cultural "Milandos da Diáspora", Crónicas (Páginas 24,25, 26,27,28 e  29), CEMD EDIÇÕES,Junho 2013(Coordenador).
Revista Cultural "Licungo",(Páginas 81 e 96), CEMD EDIÇÕES, Setembro 2013(Coordenador). 
Fim do Império , Tertúlia / Colecção Literária ,(Página 5), 5º aniversário ,CMO , CPHM , LC e DG EDIÇÕES , 2014.
Catálogo Artístico LITERARTE , (Página 4), LITERARTE BRASIL, 2014.
Revista Cultural "Licungo"Nº1, (Páginas 6, 12 e 13), CEMD EDIÇÕES,Março de 2014(Coordenador). 

Jornais Literários:
"Jornal dos Poetas e Trovadores", Nº46, 3ªSérie, Ano XXIX, (Página 27), "Mestiço", Julho/Setembro 2008.
"Jornal dos Poetas e Trovadores", Nº47, 3ªSérie, Ano XXIX, (Página 23), "Náufrago Africano", Outubro/Dezembro 2008.
"Jornal dos Poetas e Trovadores", Nº48, 3ªSérie, Ano XXIX, (Página 21), "Estranhas mundividências...", Janeiro/Março 2009. 
"Jornal dos Poetas e Trovadores", Nº 61, 3ª Série, Ano XXXIV, (Página 6),"Delmar Maia Gonçalves : Um Poeta no Exílio, Abril/Junho 2013.
Jornal "As Artes entre as Letras" Nº55, (Página 10), Do outro lado do mar , "O rosto da morte em Namacurra", "Vida morreu em Nicoadala", "Mãe", "Admiração e desprezo" e "Dualismo", 27 de Julho de 2011 .
Jornal "Sem Fronteiras", Ano I,(Página 8), Edição 03 ,Brasil,Agosto - Setembro / 2013.
Jornal "Pirâmide" de Maputo , Vitrina,(Página 19), Fevereiro de 2014(Digital).
Jornal "Pirâmide" de Maputo, Vozes...,(Página 15),Março de 2014(Digital).

Boletins Literários:
"Boletim Cultural" Nº86,C.N.A.P.,Ano XIX, "Mulher é...",Fevereiro 2008.
"Boletim Cultural" Nº88,C.N.A.P.,Ano XIX, "Séfora", Julho 2008.
Boletim Cultural "Milandos da Diáspora", Edição Especial do V Encontro de Escritores Moçambicanos na Diáspora, Março, 2012(Coordenador).

Outras Revistas:
Revista "Nova Águia" Nº 11, Revista de Cultura para o século XXI ,"Em declínio" ,Página 65, Zéfiro, 1º Semestre 2013.
Revista "Nova Águia" Nº 10, Revista de Cultura para o século XXI, "Repousam", Página 214, Zéfiro, 2º Semestre 2012.
Revista "Nova Águia" Nº 9, Revista de Cultura para o século XXI, "Vida e Morte", Página 189, Zéfiro, 1º Semestre 2012. 
Revista "Nova Águia" Nº 8, Revista de Cultura para o século XXI, "Deambulações Literárias ", Páginas 178, 179 e 180, Zéfiro, 2º Semestre 2011.
Revista "Voz do Oriente", III Série, Nº 20, Ano VII, ARCIP, (Página 47), "Vida morreu em Nicoadala", Abril a Junho de 2004. 
Revista "Ecos do Oriente", Ano II, Nº 5 (Página 32), Janeiro / Março 2007.
Revista "Ecos do Oriente", Nº 9, Ano II, (Página 36), "O ilegal", Janeiro a Março  2008.
Revista "Ecos do Oriente", Nº 10 , Ano III, (Página 34) , Abril a Junho 2008.
Revista "Ecos do Oriente", Nº 14 , Ano IV ,  (Página 38 ),"Sonho ancestral",Abril a Junho de 2009.
Revista "Ecos do Oriente", Nº 15 / 16 ,Ano V, (Página 52), "Cartas à Liberdade", Julho a Dezembro de 2009.    
Revista "Ecos do Oriente", Nº 17 ,Ano V , (Páginas 8 e 9), Janeiro a Março de 2010.
Revista Nova Águia Nº 13 , Revista de Cultura para o  século XXI , "Ausência",Página 127,Zéfiro , 1º Semestre 2014.
Revista "AICAL"Nº1, Delmar Maia Gonçalves-Defensor das Raízes Moçambicanas,(Página 13), Janeiro 2014.    
Outras Referências:
Jorge Viegas, Apontamentos Literários decerto desnecessários, Poemas de Delmar Maia Gonçalves, Páginas 9 e 10, 2013.
Solidariedade Imigrante, Nº 30, Entrevista, (Página 6), Dezembro 2011.
Jornal "As Artes entre as Letras" Nº55, (Página 10), Do outro lado do mar, Por Ascênsio de Freitas - Escritor, "Escritores Moçambicanos na Diáspora", 27 de Julho de 2011.
Jornal "As Artes entre as Letras" Nº 93, (Página 9), Mestiço de Corpo Inteiro, Por Glória Bastos, 27 de Fevereiro de 2013.
Jornal "As Artes entre as Letras" Nº 94, (Páginas 9 e 10), Delmar Gonçalves n'A  Curva do Rio - Exemplos de Literatura em Diáspora, Por Flávia  Ba, 13 de Março de 2013.  

Outros Jornais e Boletins:
Jornal "A Voz do Olhar", (Página 2), "Lembrar Timor", 27 de Fevereiro de 1995.
Jornal "A Voz do Olhar", (Página 2), "Massacre em Díli", 21 de Junho de 1995.
Boletim Católico "Voz da Verdade", (Página 6), "Lembrar Timor", 1993.
Boletim "Tindzava" da AEMOP, (Página 7), "Apelo da consciência Timorense", Agosto 1999.
Boletim "Tindzava" da AEMOP, (Página 7), "O drama da diferença entre a teoria e a prática", Setembro 1999.

Outras Publicações:
Jornal "A Voz do Olhar", "Breve retrospectiva sobre Moçambique", (Página 7), 21 de Setembro de 1995.
Jornal "A Voz do Olhar", "Moçambique e a questão da substituição da Língua Portuguesa pelo Inglês", (Página 7), 21 de Setembro de 1995.
Jornal Semanário "Savana" de Maputo, Opinião "Racismo não tem futuro", (Página 8), 8 de Novembro de 1996.
Revista "África Hoje", Opinião : "Moçambique Carta Aberta", Abril de 1993.
Revista "Lusofonia", Nº21, Ano VI, Reflexões "Breve retrospectiva sobre Moçambique", (Página 24), 2001.
Revista "África Hoje", Nº159, Debate: "Cooperação Portuguesa: Cooperar para comunicar ou comunicar para cooperar? (I)", (Página 146), Novembro 2001.
Revista "África Hoje", Nº160, Debate: "Cooperação Portuguesa: Cooperar para comunicar ou comunicar para cooperar? (II)", (Página 126), Dezembro 2001.
Revista "Tempo" de Maputo, Nº1546, Opinião: "O poder em África", (Página 58), Junho de 2004.
Boletim "Tindzava" da AEMOP, (Página 6), "Principais medidas para o futuro do turismo nacional Moçambicano", Agosto 1999.
Boletim "Tindzava" da AEMOP, (Página 5), "Recado aos senhores Doutores", Setembro 1999.
"Voz do Trabalho" Nº 601, (Página 11), Revisitar a história de Timor - Leste, Ano 62, Setembro/Outubro 2012.
"A arqueologia da Palavra e a Anatomia da Língua- Antologia Poética", Pontos de Fuga (Página 7), Editora Revista Literatas, Revista de Literatura Moçambicana e Lusófona, 1ª Edição, Maio de 2013.
"Reflexões de um esquizofrénico" do Escritor Brasileiro Franklin Mano, (Comentário),Brasil,  Maio de 2013.

Outras Referências:
"Moçambique , O primeiro Guia em Português 1º", Literatura , (Página 25), Teresa Cotrim /Pedro Ramada Curto, Caderno, Leya, 1ª edição : Março de 2011; 2ª edição: Fevereiro de 2012. 
DVD -" 1ª Gala África Today Paz Desenvolvimento", Xangai Editora, Luanda, 27 de Janeiro de 2006.
Catálogo "Madrugadas Ilustradas" de Ribeiro Couto,JM,(Página 22),da Exposição que decorreu de 7 de Março a 14 de Abril de 2009.

"Antologia Atrevida, Ler é bom. Escrever é melhor", Júri, na página 6, La Atrevida, 1ª edição , Junho 2012.
"Antologia Atrevida, Ler é bom.Escrever é melhor",Júri,La Atrevida, 2ª edição,Março 2014.