quinta-feira, 5 de Novembro de 2009

Com os nossos agradecimentos acusamos a recepção das obras "Mestiço de Corpo Inteiro", " Moçambique Novo, o Enigma", "Labirinto de Espelhos", "Moçambiquizando" e "Afrozambeziando Ninfas e Deusas" da autoria de Vª Exª e que muito amavelmente ofereceu a esta Biblioteca Municipal.


Com os melhores cumprimentos,


Por Delegação do Ex.mo Sr. Presidente da Câmara
O Director,


Rui A. Faria Viana
(Chefe da Divisão da Biblioteca e Documentação)
Viana do Castelo, 10 de Março de 2008.
Ex.mo Sr. delmar Gonçalves,

A Liga Operária católica - Equipa da Base da Quinta do Conde, vem por este meio, agradecer toda a colaboração prestada por V.Exa., na concretização do "Evento Migração, Imigrações - Diferentes Corações".


Agradecemos o Vosso Espírito de Solidariedade
Agradecemos a Vossa Amizade
Agradecemos Terem Sonhado Connosco


Renovando a expressão do nosso reconhecimento, apresentamos as nossas saudações em Cristo.


LOC/MTC
Coordenadora da Equipa de Base,


Maria Leonor Silva
Pelo presente,venho agradecer a V.Exa. a doação dos vários documentos que efectuou à Rede de Bibliotecas Municipais de Cascais.
Informamos, que os mesmos, foram já reencaminhados para o Gabinete Técnico desta Divisão, responsável pelo tratamento documental da Rede de Bibliotecas Municipais de Cascais para integração nos fundos documentais das nossas bibliotecas, enriquecendo deste modo, a oferta aos nossos utilizadores.


Com os melhores cumprimentos,


A Vereadora do Pelouro da Cultura,
Ana Clara Justino
Cascais, 07 de Julho de 2008.

segunda-feira, 2 de Novembro de 2009

O Agrupamento de Escolas da Benedita declara que recebeu de oferta do autor Delmar Maia Gonçalves os seguintes livros no âmbito de intercâmbio realizado entre este Agrupamento e o Agrupamento do Bairro Padre Cruz em Lisboa:
- "Afrozambeziando Ninfas e Deusas";
- "Labirinto de Espelhos"(colectivo);
- "Mestiço de Corpo Inteiro";
- "Moçambiquizando";
- "Viola Delta" (colectivo);

A Directora
Dra. Maria Lúcia Serralheiro
Benedita, 11 de Agosto de 2009.
Ex.mo Sr. Delmar Maia Gonçalves,

Na sequência do seu pedido do passado dia 6 de Agosto, enviamos em anexo a declaração de doação solicitada na Biblioteca Professor Doutor João Morais Barbosa do Instituto Superior de Educação e Ciências - ISEC, relativa à doação de 165 obras que o senhor realizou à data de 1993. As publicações em apreço constituem uma mais valia para o acervo da nossa biblioteca, tendo enriquecido o seu património no âmbito da Cultura Africana. Aproveitamos esta ocasião para agradecer a sua amável oferta, que tem merecido grande atenção por parte de docentes e alunos do nosso instituto, estando igualmente disponível a utentes não-vinculados ao ISEC.

Com os melhores cumprimentos,
A Presidente do ISEC
Professora Doutora Maria Cristina Ventura
Lisboa, 24 de Setembro de 2009.
Hello Delmar

How are you all? Hope fine. I rang to your mother's house to inform you about myself getting residence pass for 5 years. Thanks for the help you have given me.
I rang you about my brother/sister-in-law comming from Quelimane. They brought plants for you mother's house which was given to them by your father. My mother-in-law send you wall carpet to keep in your house.
How is baby? Hope she is fine.
Your father is fine and has sent regards to you all.
Jagruti has send regards to all.
My brother-in-law Raja ha come here and wants to learn civil-engeneering. He is portuguese passport holder. He wants to know which university is teaching this subject. Which college should he ask. Please let me know as fast as possible.

Thanks!

Regards to all,

Raju
Quelimane, 09 de Julho de 2000.

quinta-feira, 29 de Outubro de 2009

Com votos de um Bom Ano de 2009,

da Maria Teresa Alvarez Nunes
(Divisão de Estudos e Formação da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres)

terça-feira, 27 de Outubro de 2009

Professor Delmar,
Boa tarde,
Eu estive a ver o caderno da Joana e gostei realmente do que vi, porque nos bancos da escola primária aprende-se a ser "gente", a todos os níveis.
Gostei de ver que além de fazer uma revisão exaustiva à matéria anterior, vi que também ensina às crianças os valores básicos que talvez as outras professoras anteriores nunca se preocuparam em ver se por acaso elas sabiam alguma coisa. Parabéns pelo seu método de ensino.
Até eu tenho saudades dos bancos da escola primária.
Com os melhores cumprimentos,
Pureza
(Mãe da Joana Guerreiro - 4º ano)

domingo, 25 de Outubro de 2009

Do teu bi-colega, felicidades.
Foi mais uma vez, um prazer trabalhar contigo, e espero que para o ano estejamos outra vez juntos.


Edmundo Verdades
Parede, 26 de Junho de 1989.
Desta tua pequena grande amiga,

Elsa Marina
Parede, 26 de Junho de 1989.


P.S. Por acaso até te admiro muito, sê feliz

Beijocas
Oi, tudo bem por aí?
Delmar "Tovarich" ma como?
Delmar gostei imenso e gostarei imenso de te voltar a ver para o próximo ano ou talvez amanhã, quem sabe?


Deste teu amigo da força revolucionária,

João Nunes
Parede, 26 de Junho de 1989.

Moçambiquizando… Logo eu?

Em Moçambique entra-se pelo Índico… disse-me há dias um homem de olhos cor de pátria antiga, percorrido por pérolas de vegetação nas palavras sérias…
Eu disse-lhe, assim calado como um pássaro sentado aos pés de uma pedra, que costumo entrar pelo ar dentro das pessoas, indo com elas em barcaças frágeis, digo que isso são afectos ou talvez quem sabe é apenas uma arte, a de respirar?... Entrei em Moçambique disse eu com o meu ar de pedra aos pés de uma ave, pelos olhos do Delmar, o poeta, aquele que ali está, Kanimambo vida que mo trouxe aos meus sentidos…
Eu que já estive em África, que tenho uma irmã que nasceu em África, sei tão pouco, nada de África… O que sei de Moçambique? Que me disseram para nele entrar pelo Índico e eu estou nele pelo sentir, que tem uma das campanhas mais bonitas de que já ouvi falar, aquela de transformar armas em enxadas (ai quem me dera que no meu país as armas não estivessem apontadas e as enxadas dessem o pão e o pão dos poemas fosse a nossa enxada, a nossa arma…).
E de repente, aqui me põe, as nuvens à cabeça, escrevendo sobre um livro que tem África no sangue brando… Depois, descubro com facilidade: isto tem a ver comigo… A poesia é mestiça, pois não há palavra negra nem vocábulo branco, nem se faz de cores primárias as palavras almas dos poetas… Depois há esta doçura de falar poetizando, no poetiz Delmar – o mesmo que quando me fala parece dizer: olha que tenho medo de dar um grito abafado - ; e ao mesmo tempo, há uma estonteante e sábia crítica, uma agressividade que nunca comete agressão, uma exaltação que nunca é raiva, uma apreciação que é mais discernimento, uma pátria a bulir por dentro que não contém uma só fronteira…
A poesia é mestiça, irmã! Vê bem o que é isto, irmão, olha o poema que é de cor em cor! Não quero falar do livro, lá dentro o livro que nos ficará cá dentro, sou como os makondes que sabem que sabem que havendo uma aura de mistério e segredo rodeando a preparação das máscaras e a dança propriamente dita, sendo por exemplo importante que não se saiba a identidade do dançarino, todos querem ficar para descobrir. Oxalá que sejam muitos os que querem ficar nestes poemas, com estes poemas. E que fique eu calado como um pássaro sentado aos pés de uma pedra, a entrar pelo ar dentro das pessoas, para que seja o poemas a ouvir-se e não o amigo que aqui o apresenta…


Prefácio do livro Moçambiquizando, Editorial Minerva, Lisboa, Março de 2006.
Alexandre Honrado
(Escritor e Historiador)

quinta-feira, 22 de Outubro de 2009

Delmar:

Apesar de a princípio te achar muito tímido e calado, cedo descobri em ti uma óptima pessoa, com ideias muito definidas e, diga-se de passagem, muito correctas.
Espero que assim continues, porque vais longe.
Parabéns pela vasta gama de prémios literários que tens conseguido. Em frente!

Um grande beijinho de amizade da sempre amiga,

Sofia
Parede, 26 de Junho de 1989.
Delmar:

Desejo que sejas sempre muito feliz e que o teu sorriso brilhe sempre, para os que te adoram terem a alegria de te ver sorrir.

A tua sempre amiga,


Susana Catarina Ribeiro
Parede, 26 de Junho de 1989.

quarta-feira, 21 de Outubro de 2009

Sinopse Biobibliográfica - Leituras em Diagonal

1. Uma das formas de caracterizar o Delmar seria a de apelidá-lo de adido cultural itinerante do seu país natal, Moçambique. Porque ele, para além do que escreve, é um divulgador extremamente operativo da poesia moçambicana (e não só) em livrarias e noutros espaços culturais de Lisboa, como declamador.
O Delmar tem o hábito de datar os seus poemas e neles apor a indicação expressa da localidade onde foram escritos. Os poemas que estão a ser compulsados por mim foram todos escritos em Portugal nos lugares de Lisboa, Parede, Monte Estoril, Algés, Paço de Arcos, com excepção de um, o qual tem a indicação da cidade de Maputo.
Nalguns dos poemas, que eu entendo ser os menos conseguidos, o autor funciona como o eco da ideologia veiculada pelos comissários políticos da revolução que ocorreu no seu país: "Na minha pátria/ não há pretos nem brancos, / há moçambicanos! / Na minha pátria / não há mulatos nem monhés/ há moçambicanos!/ E moçambicano/ é aquele que / sente o pulsar da / pátria/ Moçambicano / é aquele que a vive."
Mas a poesia do Delmar evoluí qualitativamente quando ele sonha com o passado da sua terra e das suas gentes, cuja memória está terrivelmente marcada por um sofrimento que excede o imaginável, e parece pesar de forma asfixiante sobre o futuro: "Estava sonhando um sonho triste / dormindo em minha cama. / Via os ancestrais/ gritando levados da imensa África/ Via os ancestrais / chorando feitos escravos. / Via os ancestrais / chorando familiares separados. / Via os ancestrais / chorando futuro incerto."

2. Conturbado pelas grandes angústias e pelos grandes medos que se abateram sobre os seus antepassados o poeta abandona o casulo da sua singularidade subjectiva e assume-se como sendo a voz inadiável daqueles a quem em vida foi negado o direito de ser e de dizer: "Não sou mais eu/ quem grita de raiva por todas aquelas injustiças cometidas/ no passado." - "Não sou mais eu / quem chora os exílios forçados no presente." - "Sou apenas e só um porta-voz involuntário/ de uma situação que se gerou."
E a incerteza do futuro tem uma das suas raízes na presença ou na ausência de algumas aves de taciturno aspecto: "Mau agoiro/ aquele que/ os Corvos/ trazem com a sua/ anunciada presença./ Bom agoiro/ aquele em que/ se anuncia a ausência dos Corvos." o que escapa ao nosso entendimento são as razões que levaram o poeta a escrever corvos com maiúscula.
Dois dos poemas do Delmar, sob os títulos de "Vida morreu em Nicoadala" e "O rosto da morte em Namacurra" encontram-se ligados por dois pontos comuns.
O primeiro deve-se ao facto de as localidades de Namacurra e Nicoadala se situarem a escassa distância no interior da província da Zambézia, província esta donde o Delmar é originário.
O segundo ponto comum é que os poemas têm como tema a morte, mas sem a presença efectiva dos que morreram: "O dia está calmo. Nem chove, nem chuvisca. / Está sol, / um sol que queima. / Os campos estão secos, / o capim é dono da terra./ Não se vislumbram homens, / nem pássaros, nem frutos./ Não se vislumbra vida. /Reina o silêncio, / um silêncio de morte. / Em Nicoadala / o tempo parou/ e a vida morreu." E não é só a natureza e a suas obras que morreram. Também as máquinas criadas pelo homem sossobram irremedialvelmente: "Em Namacurra um avião/ que não tinha asas/ e um carro sem rodas. / Ambos tentaram / sobreviver./ Mas em vão!/ Abraçaram/ a morte/ infalivelmente."
Falar, sem alarde, da morte das cousas naturais e das máquinas, é um artifício pelo qual o autor nos alerta para a morte massiva dos homens, mulheres e crianças, ao mesmo tempo joguetes e vítimas inocentes dos interesses obscuros dos que entendem ser os amos da terra.
Num outro poema, e como que à maneira de Martin Luther King, o poeta sonha com desígnios de Deus, independentemente das divisões que se albergam no mais fundo do coração do homem: "Tive um sonho/ em que o Muçulmano, / rezava com o Católico,/ o Sikh com o Muçulmano" - "o Católico com o Judeu, /e todas juntos com Deus."
Tendo em conta a minha condição de pessimista inveterado julgo que "O futuro que não chegou" sonhado nesse poema do Delmar nunca chegará. O ecumenismo será sempre um ideal a atingir, mas dificilmente sairá do campo das boas intenções, porque serão sempre poucos os homens capazes de se libertarem dos seus códigos interiores no sentido de tolerarem os dos outros.

3. Confrangido pelo desacerto das relações humanas o poeta idealiza a possibilidade de conversar muito terra-a-terra com Nosso Senhor Jesus Cristo, e apresentar-Lhe algumas perguntas para as quais não encontra resposta:"Perguntarei ao "Cristo"/ porque será que/ sendo judeu, / o amam tanto, /odiando os outros judeus, Perguntarei ao Cristo/ porque odeiam tanto / o homem negro,/ os homens do norte." Perguntas estas que não teriam razão de ser caso os homens tivessem interiorizado as virtudes da humildade, do amor e da compaixão exaltadas na mensagem de Jesus Cristo.
Moçambicano na diáspora o Delmar transporta amorosamente na sua memória as imagens de um tempo africano, "Em sonhos nostálgicos/ revejo mofanas e adultos/ semi-nus e descalços percorrendo/ a Zalala", e essas imagens são tão fortes e imprevistas que fazem parte integrante do seu ser:"Moçambique/ tu danças em mim/ e eu em ti./ Não te esqueças/ Moçambique:/ eu sou tu/ e tu és eu!".
São ainda de referir as poesias que têm como temas ciclos históricos já encerrados. A primeira intitulada de "Lembrar Timor", rememora o morticínio do povo timorense na sua luta pela liberdade: " Terra de esperança/ chamada desespero./ Terra mártir/ de povo humilhado."
A segunda evoca Samora Machel, a figura central e emblemática da revolução moçambicana, e primeiro presidente do país: "O rosto/ uma expressão viva de esperança./ As mãos/ sinónimo de vitalidade. / O corpo / sinónimo de espontaneidade. / A voz / um ecoar de vozes adormecidas." Os versos relativos às mãos de Samora condizem com a opinião do jornalista Carlos Cardoso que sobre as mesmas escreveu: "As suas mãos nunca paravam. Ficavam gravadas nas mentes das pessoas através dos contacto pessoal, das fotografias nos jornais, em filmes, e através de reuniões e comícios".

In Antologia "Inquietação", Editorial Minerva, Lisboa, 2006.
Jorge Viegas
(Poeta e Escritor Moçambicano)
Quinta do Conde, 2006.

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Ex.mo Sr. Delmar Gonçalves,


Caro Amigo,

Em resposta à sua carta de 20 de Novembro, que só agora nos chegou, teremos todo o gosto em providenciar a obtenção do material de que necessita. Mas só em casos raros, de absoluta indisponibilidade de deslocação, enviamos as fotocópias pelo correio. Esperamos por isso que possa deslocar-se ao CIDAC.
Desejando-lhe um Feliz 1990, apresentamos os nossos melhores cumprimentos.


Luisa Teotónio Pereira
(Responsável pelo Centro de Documentação do CIDAC)
Lisboa, 09 de Janeiro de 1990.
Professor Delmar,
Algo falhou por ainda não ter recebido o relatório e os produtos finais do Estudo E./F./C.
O que estiver ao alcance dos seus conhecimentos para divulgar estes trabalhos, faça-o.
Se tiver sugestões, transmita-me. Gostei muito de receber notícias suas, embora tenha sido por um motivo de falha destes serviços.
Bom trabalho!
Sempre à sua disponibilidade, cumprimentos
Marieta Pinto
(Ministério da Educação/DAPP)
Lisboa, 09 de Setembro de 2003.

À Guisa de apresentação

Os textos de Delmar Gonçalves, presentes nesta antologia ("Verbum" da Editorial Minerva), deixam ver alguém preocupado com o seu semelhante, com as injustiças deste mundo que é o nosso, com o sofrimento dos irmãos, sejam eles quem forem, estejam eles em que hemisfério estiverem.
A solidariedade com o povo que sofre(u) os horrores de uma luta pela sobrevivência, pela integridade, pela independência e pelo direito a existir enquanto nação-mátria, fazem-nos reconhecer que, estejamos em que latitude estivermos, poderemos ser sempre um elo de ligação, um ancoradouro, uma ilha de tranquilidade.
Delmar revela, de uma forma pensada/sentida, frontal e emocionada, o dilema de alguém que busca a sua identidade, que sofre a dicotomia do negro e do branco, de alguém que tenta aproximar-se de um dos pólos mas que se sente rejeitado e/ou inconformado.
Nem sempre as escolhas são fáceis, nem sempre são aquelas que parecem mais coerentes, mas, muitas vezes, são as possíveis, fruto de uma série de contingências e circunstâncias. Delmar adia o seu regresso a Moçambique, porque outras amarras o sustêm, outras "terras" o acolheram e prenderam.
Apesar de em cada dia sonhar com o regresso, este vai sendo empurrado ad eternum.
Com os seus textos, Delmar faz-nos (re)pensar a nossa própria existência, os nossos valores, as nossas prioridades, com uma linguagem simples (como ele próprio), mas muito emotiva; consegue transmitir vivências diferentes, despertar sentimentos (às vezes adormecidos), colorir os nossos espaços, dar sentido a (alguns) nossos pensamentos.



In Antologia "Verbum" - Editorial Minerva, Lisboa, 2004.
Paula Ferraz
(Professora de Língua Portuguesa)
Paço de Arcos, Fevereiro 2004.

quarta-feira, 7 de Outubro de 2009

Ex.ma Sra. Presidente do CE Dra. Cristina Santos
Ex.mos Srs. Parceiros
Ex.mos Srs. Formadores
Caros Colegas e Convidados.
Desde já agradecemos a vossa disponibilidade para este projecto. Agradecemos a divulgação na comunidade escolar, e enviamos brochura em anexo.
O nosso contacto no Agrupamento para todos os assuntos relacionados com a Escola de Pais é o Sr. Professor Delmar Gonçalves, com o qual partilhamos a autoria e responsabilidade deste projecto.
Agradecemos que todas as questões relacionadas com a Escola de Pais, passem pelos nossos e-mails (o da associação e o do Sr. Professor Delmar). Estaremos ao vosso inteiro dispor para qualquer esclarecimento.

Os melhores cumprimentos,
A Direcção da Associação de Pais e Encarregados de Educação do Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz
Mário Guerra - Presidente
Paula Amaral - Vice-Presidente
Susana Neves - Secretária
Lisboa, 26 de Fevereiro de 2009.
Ex.mo Sr. Delmar Gonçalves,


Em resposta à sua carta de 30.08.96, expressamos os nossos agradecimentos pelas palavras amáveis que nos dirigiu, bem como pelos votos de sucesso nas nossas actividades.
Relativamente à documentação sobre Angola, disponível nesta Câmara, poderá proceder ao seu levantamento nos nossos serviços, contra o pagamento respectivo.

Com os melhores cumprimentos,
A. Castilho Soares
(Secretário Geral da Câmara de Comércio e Indústria Portugal-Angola)
Lisboa, 10 de Setembro de 1996.
Ex.mo Sr. Prof. Delmar Maia Gonçalves,

Serve a presente para informar V. Exª. que a partir desta data passou a constar no nosso ficheiro informático da Revista "Oeiras Municipal" e Boletim "Oeiras Actual".

Com os melhores cumprimentos,

Luís Macedo e Sousa
(Director do Gabinete de Comunicação)
Oeiras, 19 de Agosto de 2002.

terça-feira, 6 de Outubro de 2009

Ex.mo Sr. Delmar Maia Gonçalves,

Serve a presente para acusar a recepção da sua carta de 25 de Agosto. Lamentamos o facto de a resposta não ter sido tão pronta quanto desejaríamos mas, e conforme é já do conhecimento de Vª Exª, os dados referentes ao seu contacto não nos foram prontamente facultados. Lamentamos informar que o auditório do Instituto Camões não está disponível no período desejado para o lançamento dos "Cadernos Moçambicanos".
No entanto, para próximas actividades, gostaríamos que contassem com a nossa disponibilidade.

Sem outro assunto, apresento os meus melhores cumprimentos

Simonetta Luz Afonso
(Presidente do Instituto Camões)
Lisboa, 25 de Agosto de 2006.

segunda-feira, 5 de Outubro de 2009


O dia grande que nos espera.

um abraço,


Maj-Lis Johansson
(Escritora e Artista Plástica)

domingo, 4 de Outubro de 2009

Caríssimo Delmar,
Na sequência do meu telefonema, envio-te um pequeno cartaz a cores pra afixar em local visível, acompanhado da ficha de inscrição para eventuais interessados no curso em referência, que começa no próximo dia 8 de Janeiro de 2007 às 18h30. Conto contigo. O tema é aliciante sobretudo para quem faz da arte um meio de expressão e de libertação total, na perspectiva Zen. Sei que o Delmar adere bem a esta arte de expressão directa que na sua pureza máxima, não admite correcção nem retoque. Agradeço a divulgação do curso junto dos teus amigos e familiares.
Até breve.
Abraço,
Eurico Gonçalves
(Artista Plástico Zen)
Lisboa, 2 de Dezembro de 2006.
Exmo. Sr. Delmar Maia Gonçalves,

Começamos por pedir-lhe desculpa pelo enorme atraso no envio da resposta à sua carta de Outubro de 1999, cuja recepção acusamos. Tal atraso é devido, à acumulação de expediente em virtude dos acontecimentos ocorridos em Timor, e que só agora começamos a por em ordem.
Entretanto, e no que diz respeito à disponibilidade que nos manifestou para colaborar com o CIDAC, gostaríamos que nos informasse se continua disponível e, em caso afirmativo, nós entraremos em contacto consigo em ocasião posterior.

Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com consideração

Luisa Teotónio Pereira
(Presidente do Conselho Directivo do CIDAC)
Lisboa, 08 de Fevereiro de 2000.
Exmo. Sr. Delmar Maia Gonçalves,

Pedindo desculpa pela demora em responder à sua carta, é com muito prazer que enviamos o último número da Revista da CCPM (que tem periodicidade semestral), um exemplar do último número do boletim informativo que publicamos mensalmente e o Directório que se publica anualmente.

Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos atenciosamente


Jorge Conceição
(Secretário Geral da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique)
Lisboa, 12 de Fevereiro de 1996.
Com um abraço do

Julião Bernardes
(Poeta)
Lisboa, 17 de Dezembro de 2008.
Ao amigo Delmar Gonçalves com um grande e amigo abraço do



Joaquim Evónio

(Poeta)

Lisboa, 17 de Dezembro de 2008.
Para o Delmar Gonçalves, com simpatia da


Alice Fergo
(Poetisa)
Lisboa, 17 de Dezembro de 2008.
Ao Delmar

Para ti um grande abraço com os melhores votos de belíssimo Natal.

Ester Luisa Dias
(Poetisa)
Lisboa, 17 de Dezembro de 2008.