quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Com os melhores cumprimentos,
Por Delegação do Ex.mo Sr. Presidente da Câmara
O Director,
Rui A. Faria Viana
(Chefe da Divisão da Biblioteca e Documentação)
Viana do Castelo, 10 de Março de 2008.
A Liga Operária católica - Equipa da Base da Quinta do Conde, vem por este meio, agradecer toda a colaboração prestada por V.Exa., na concretização do "Evento Migração, Imigrações - Diferentes Corações".
Agradecemos o Vosso Espírito de Solidariedade
Agradecemos a Vossa Amizade
Agradecemos Terem Sonhado Connosco
Renovando a expressão do nosso reconhecimento, apresentamos as nossas saudações em Cristo.
LOC/MTC
Coordenadora da Equipa de Base,
Maria Leonor Silva
Informamos, que os mesmos, foram já reencaminhados para o Gabinete Técnico desta Divisão, responsável pelo tratamento documental da Rede de Bibliotecas Municipais de Cascais para integração nos fundos documentais das nossas bibliotecas, enriquecendo deste modo, a oferta aos nossos utilizadores.
Com os melhores cumprimentos,
A Vereadora do Pelouro da Cultura,
Ana Clara Justino
Cascais, 07 de Julho de 2008.
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
- "Afrozambeziando Ninfas e Deusas";
- "Labirinto de Espelhos"(colectivo);
- "Mestiço de Corpo Inteiro";
- "Moçambiquizando";
- "Viola Delta" (colectivo);
A Directora
Dra. Maria Lúcia Serralheiro
Benedita, 11 de Agosto de 2009.
Com os melhores cumprimentos,
How are you all? Hope fine. I rang to your mother's house to inform you about myself getting residence pass for 5 years. Thanks for the help you have given me.
I rang you about my brother/sister-in-law comming from Quelimane. They brought plants for you mother's house which was given to them by your father. My mother-in-law send you wall carpet to keep in your house.
How is baby? Hope she is fine.
Your father is fine and has sent regards to you all.
Jagruti has send regards to all.
My brother-in-law Raja ha come here and wants to learn civil-engeneering. He is portuguese passport holder. He wants to know which university is teaching this subject. Which college should he ask. Please let me know as fast as possible.
Thanks!
Regards to all,
Raju
Quelimane, 09 de Julho de 2000.
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
da Maria Teresa Alvarez Nunes
(Divisão de Estudos e Formação da Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres)
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
domingo, 25 de Outubro de 2009
Foi mais uma vez, um prazer trabalhar contigo, e espero que para o ano estejamos outra vez juntos.
Edmundo Verdades
Parede, 26 de Junho de 1989.
Elsa Marina
Parede, 26 de Junho de 1989.
P.S. Por acaso até te admiro muito, sê feliz
Beijocas
Delmar "Tovarich" ma como?
Delmar gostei imenso e gostarei imenso de te voltar a ver para o próximo ano ou talvez amanhã, quem sabe?
Deste teu amigo da força revolucionária,
João Nunes
Parede, 26 de Junho de 1989.
Moçambiquizando… Logo eu?
Eu disse-lhe, assim calado como um pássaro sentado aos pés de uma pedra, que costumo entrar pelo ar dentro das pessoas, indo com elas em barcaças frágeis, digo que isso são afectos ou talvez quem sabe é apenas uma arte, a de respirar?... Entrei em Moçambique disse eu com o meu ar de pedra aos pés de uma ave, pelos olhos do Delmar, o poeta, aquele que ali está, Kanimambo vida que mo trouxe aos meus sentidos…
Eu que já estive em África, que tenho uma irmã que nasceu em África, sei tão pouco, nada de África… O que sei de Moçambique? Que me disseram para nele entrar pelo Índico e eu estou nele pelo sentir, que tem uma das campanhas mais bonitas de que já ouvi falar, aquela de transformar armas em enxadas (ai quem me dera que no meu país as armas não estivessem apontadas e as enxadas dessem o pão e o pão dos poemas fosse a nossa enxada, a nossa arma…).
E de repente, aqui me põe, as nuvens à cabeça, escrevendo sobre um livro que tem África no sangue brando… Depois, descubro com facilidade: isto tem a ver comigo… A poesia é mestiça, pois não há palavra negra nem vocábulo branco, nem se faz de cores primárias as palavras almas dos poetas… Depois há esta doçura de falar poetizando, no poetiz Delmar – o mesmo que quando me fala parece dizer: olha que tenho medo de dar um grito abafado - ; e ao mesmo tempo, há uma estonteante e sábia crítica, uma agressividade que nunca comete agressão, uma exaltação que nunca é raiva, uma apreciação que é mais discernimento, uma pátria a bulir por dentro que não contém uma só fronteira…
A poesia é mestiça, irmã! Vê bem o que é isto, irmão, olha o poema que é de cor em cor! Não quero falar do livro, lá dentro o livro que nos ficará cá dentro, sou como os makondes que sabem que sabem que havendo uma aura de mistério e segredo rodeando a preparação das máscaras e a dança propriamente dita, sendo por exemplo importante que não se saiba a identidade do dançarino, todos querem ficar para descobrir. Oxalá que sejam muitos os que querem ficar nestes poemas, com estes poemas. E que fique eu calado como um pássaro sentado aos pés de uma pedra, a entrar pelo ar dentro das pessoas, para que seja o poemas a ouvir-se e não o amigo que aqui o apresenta…
Prefácio do livro Moçambiquizando, Editorial Minerva, Lisboa, Março de 2006.
quinta-feira, 22 de Outubro de 2009
Apesar de a princípio te achar muito tímido e calado, cedo descobri em ti uma óptima pessoa, com ideias muito definidas e, diga-se de passagem, muito correctas.
Espero que assim continues, porque vais longe.
Parabéns pela vasta gama de prémios literários que tens conseguido. Em frente!
Um grande beijinho de amizade da sempre amiga,
Sofia
Parede, 26 de Junho de 1989.
Desejo que sejas sempre muito feliz e que o teu sorriso brilhe sempre, para os que te adoram terem a alegria de te ver sorrir.
A tua sempre amiga,
Susana Catarina Ribeiro
Parede, 26 de Junho de 1989.
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Sinopse Biobibliográfica - Leituras em Diagonal
O Delmar tem o hábito de datar os seus poemas e neles apor a indicação expressa da localidade onde foram escritos. Os poemas que estão a ser compulsados por mim foram todos escritos em Portugal nos lugares de Lisboa, Parede, Monte Estoril, Algés, Paço de Arcos, com excepção de um, o qual tem a indicação da cidade de Maputo.
Nalguns dos poemas, que eu entendo ser os menos conseguidos, o autor funciona como o eco da ideologia veiculada pelos comissários políticos da revolução que ocorreu no seu país: "Na minha pátria/ não há pretos nem brancos, / há moçambicanos! / Na minha pátria / não há mulatos nem monhés/ há moçambicanos!/ E moçambicano/ é aquele que / sente o pulsar da / pátria/ Moçambicano / é aquele que a vive."
2. Conturbado pelas grandes angústias e pelos grandes medos que se abateram sobre os seus antepassados o poeta abandona o casulo da sua singularidade subjectiva e assume-se como sendo a voz inadiável daqueles a quem em vida foi negado o direito de ser e de dizer: "Não sou mais eu/ quem grita de raiva por todas aquelas injustiças cometidas/ no passado." - "Não sou mais eu / quem chora os exílios forçados no presente." - "Sou apenas e só um porta-voz involuntário/ de uma situação que se gerou."
3. Confrangido pelo desacerto das relações humanas o poeta idealiza a possibilidade de conversar muito terra-a-terra com Nosso Senhor Jesus Cristo, e apresentar-Lhe algumas perguntas para as quais não encontra resposta:"Perguntarei ao "Cristo"/ porque será que/ sendo judeu, / o amam tanto, /odiando os outros judeus, Perguntarei ao Cristo/ porque odeiam tanto / o homem negro,/ os homens do norte." Perguntas estas que não teriam razão de ser caso os homens tivessem interiorizado as virtudes da humildade, do amor e da compaixão exaltadas na mensagem de Jesus Cristo.
Moçambicano na diáspora o Delmar transporta amorosamente na sua memória as imagens de um tempo africano, "Em sonhos nostálgicos/ revejo mofanas e adultos/ semi-nus e descalços percorrendo/ a Zalala", e essas imagens são tão fortes e imprevistas que fazem parte integrante do seu ser:"Moçambique/ tu danças em mim/ e eu em ti./ Não te esqueças/ Moçambique:/ eu sou tu/ e tu és eu!".
São ainda de referir as poesias que têm como temas ciclos históricos já encerrados. A primeira intitulada de "Lembrar Timor", rememora o morticínio do povo timorense na sua luta pela liberdade: " Terra de esperança/ chamada desespero./ Terra mártir/ de povo humilhado."
A segunda evoca Samora Machel, a figura central e emblemática da revolução moçambicana, e primeiro presidente do país: "O rosto/ uma expressão viva de esperança./ As mãos/ sinónimo de vitalidade. / O corpo / sinónimo de espontaneidade. / A voz / um ecoar de vozes adormecidas." Os versos relativos às mãos de Samora condizem com a opinião do jornalista Carlos Cardoso que sobre as mesmas escreveu: "As suas mãos nunca paravam. Ficavam gravadas nas mentes das pessoas através dos contacto pessoal, das fotografias nos jornais, em filmes, e através de reuniões e comícios".
In Antologia "Inquietação", Editorial Minerva, Lisboa, 2006.
Jorge Viegas
(Poeta e Escritor Moçambicano)
Quinta do Conde, 2006.
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
Caro Amigo,
Luisa Teotónio Pereira
(Responsável pelo Centro de Documentação do CIDAC)
Lisboa, 09 de Janeiro de 1990.
À Guisa de apresentação
In Antologia "Verbum" - Editorial Minerva, Lisboa, 2004.
Paula Ferraz
(Professora de Língua Portuguesa)
Paço de Arcos, Fevereiro 2004.
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Os melhores cumprimentos,
Com os melhores cumprimentos,
Serve a presente para informar V. Exª. que a partir desta data passou a constar no nosso ficheiro informático da Revista "Oeiras Municipal" e Boletim "Oeiras Actual".
Com os melhores cumprimentos,
Luís Macedo e Sousa
(Director do Gabinete de Comunicação)
Oeiras, 19 de Agosto de 2002.
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Serve a presente para acusar a recepção da sua carta de 25 de Agosto. Lamentamos o facto de a resposta não ter sido tão pronta quanto desejaríamos mas, e conforme é já do conhecimento de Vª Exª, os dados referentes ao seu contacto não nos foram prontamente facultados. Lamentamos informar que o auditório do Instituto Camões não está disponível no período desejado para o lançamento dos "Cadernos Moçambicanos".
No entanto, para próximas actividades, gostaríamos que contassem com a nossa disponibilidade.
Sem outro assunto, apresento os meus melhores cumprimentos
Simonetta Luz Afonso
(Presidente do Instituto Camões)
Lisboa, 25 de Agosto de 2006.
segunda-feira, 5 de Outubro de 2009
domingo, 4 de Outubro de 2009
Começamos por pedir-lhe desculpa pelo enorme atraso no envio da resposta à sua carta de Outubro de 1999, cuja recepção acusamos. Tal atraso é devido, à acumulação de expediente em virtude dos acontecimentos ocorridos em Timor, e que só agora começamos a por em ordem.
Entretanto, e no que diz respeito à disponibilidade que nos manifestou para colaborar com o CIDAC, gostaríamos que nos informasse se continua disponível e, em caso afirmativo, nós entraremos em contacto consigo em ocasião posterior.
Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos com consideração
Luisa Teotónio Pereira
(Presidente do Conselho Directivo do CIDAC)
Lisboa, 08 de Fevereiro de 2000.
Pedindo desculpa pela demora em responder à sua carta, é com muito prazer que enviamos o último número da Revista da CCPM (que tem periodicidade semestral), um exemplar do último número do boletim informativo que publicamos mensalmente e o Directório que se publica anualmente.
Sem outro assunto de momento, subscrevemo-nos atenciosamente
Jorge Conceição
(Secretário Geral da Câmara de Comércio Portugal-Moçambique)
Lisboa, 12 de Fevereiro de 1996.
Joaquim Evónio
(Poeta)
Lisboa, 17 de Dezembro de 2008.

